WOs
sites concebidos especificamente para um fácil acesso por meio de dispositivos
móveis já existem há algum tempo - mas eles estão enfrentando a sua morte,
graças aos aplicativos?
Não necessariamente, de acordo com Mark Showalter, Diretor Sênior de Marketing de Prestador de Serviços na empresa americana de soluções de TI Extreme Networks. "Os aplicativos possuem flexibilidade limitada e os usuários avançados acabarão por querer ver mais do que um aplicativo pode oferecer", argumenta ele.
O relatório 3 de maio de 2011 da Zokem afirma que "os aplicativos estão claramente dominando o navegador da web tanto em smartphones, como nos tablets, quando medidos pelo tempo de presença física... Nos smartphones, o compartilhamento do uso de aplicativos é surpreendente - atinge seis vezes mais o tempo de presença física do que a navegação na web". Entretanto, os usuários do tablet passam mais tempo em navegadores da web do que em seus correspondentes smartphones, e a maioria dos usuários em ambas as plataformas se voltam para seus navegadores para buscas online.
Showalter acrescenta que outro grande avanço foi o aumento do crowdsourcing, onde cidadãos comuns compartilham informações online para o bem comum. "No Japão [desde o terremoto e o tsunami], tem havido crowdsourcing dos dados do contador Geiger. Eles estão conectando seus contadores à internet para ver a quantidade de radiação existente. A pergunta é: como é que juntamos tudo isso para melhorar nossas vidas e a eficiência do negócio?"
Ele acredita que a disseminação de redes inteligentes, juntamente com
aplicativos e redes móveis que usam dados derivados de crowdsourcing, poderia
muito bem ser uma parte inerente do que está por vir.
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(*) ‘360-Degree Study on Tablets: Web Browser Gains
Relatively More Face Time from Tablet Users’, May 2011