O próximo grande passo

A despeito de todas as hipérboles e atividades que a computação social móvel gera, ainda há muito trabalho a ser feito para ampliar a proposta de valor. As operadoras de rede, os fabricantes de aparelho celular e os serviços on-line precisam ficar mais abertos e assumir uma postura menos protecionista em relação às tecnologias que promovem.

A base de contatos do consumidor está hoje espalhada por vários telefones, plataformas e serviços, com interoperabilidade limitada. Um passo em direção a padrões abertos garantiria que o consumidor conseguisse acessar o próprio catálogo social de endereços em qualquer rede que estivesse usando, incentivando assim o crescimento. A Vodafone, por exemplo, tem se aventurado aos poucos pela interoperabilidade social com a iniciativa 360, que possibilita que clientes que não sejam da Vodafone acessem parte das respectivas redes sociais por meio do telefone celular.

Por fim, se a convergência da internet social e das comunicações móveis continuar no ritmo em que está, então o celular vai realmente se tonar o centro do mundo da computação social.

 

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* Sobre o escritor | Davey Winder

Jornalista freelance por quase 20 anos, Davey ganhou o prêmio “2008 Information Security Journalist of the Year.” Ele é editor contributivo da revista PC Pro Magazine.

 

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